Nosso primeiro destino no leste Europeu foi Zagreb, a
capital da Croácia.
A primeira sensação que tivemos foi que havia muito espaço
para poucas pessoas! Tudo muito espaçoso, ruas largas, bondes elétricos
modernos e vazios! Pouca gente nas ruas, nada de multidão e um centrinho bem
bonito.
A parte histórica da cidade com a cidade alta e Kaptol formam a principal atração da cidade, com edifícios históricos, igrejas, instituições, restaurantes, lojas e cafés.
A parte histórica da cidade com a cidade alta e Kaptol formam a principal atração da cidade, com edifícios históricos, igrejas, instituições, restaurantes, lojas e cafés.
As ruas e pracas da cidade alta podem ser alcançadas a pé a
partir da praça Ban Josip ou por meio do funicular da rua Tomíceva.
Antigamente a cidade era dividida entre 2 cidades muradas:
Gradec (cidade alta) e Kaptol 2 separadas pelo rio Sava.
A cidade ficou sob domínio de vários povos estrangeiros:
húngaros, austríacos, alemães e ate os sérvios. As duas cidades só se juntaram
mesmo oficialmente em 1850.
Hoje em dia o rio Sava é subterrâneo, e a deu lugar a uma
rua fofa, cheia de barzinhos e restaurantes
Tem um mercado de rua bem característico com flores,
alimentos e muitos brinquedos educativos para vender!
Visitamos a catedral de Zagreb que sofreu muito aos longos
dos anos com terremotos. Dentro dela tem a tumba de um sacerdote que foi bem
importante para a construção da cidade.
Partindo pro outro lado da cidade subindo uma boa ladeira
para chegar ate la, fomos surpreendidos pela famosa Igreja de Säo Marcos, toda
decorada com pastilhas no teto! Cada pracinha tem um banquinho aconchegante para
descansar.
Ali perto da Igreja passamos pelo Broken Relashionship
museum – uma das atrações da cidade.
Depois descobrimos que tem um funicular da praça principal que sobe ate o miolo da cidade... bem pratico! Rs
Depois descobrimos que tem um funicular da praça principal que sobe ate o miolo da cidade... bem pratico! Rs
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| Vista panoramica da cidade alta |
A cerca de 80km de Zagreb fomos visitar um dos Castelos mais famosos da região, o Trakoscan com uma vista incrível! Pegamos um verão de 30C, mas no inverno chega a fazer-20C - Me perdoem, mas esqueci de tirar foto do castelo ;-( Ja deu pra perceber que não foi o que mais gostei ne? rs
Como estávamos de carro fomos passar o dia na praia mais
perto, a Opatija.
Um conceito diferente de praia, sem areia, e muitos bares
com estrutura a beira mar que montam uma espécie de ‘piscina’ com a agua do mar.
A costa me lembrou um pouco a costa amalfitana na Italia,
onde a cidade fica inteirinha na encosta da montanha, e vc só consegue chegar
na avenida a beira mar se descer em cada pequena rua rumo ao Adriático.
O melhor da Croácia mesmo é conhecer a costa que vai desde Split
até Dubrovnik, isso sim é imperdível. Infelizmente não tivemos tempo de descer até essa parte,
tínhamos que seguir viagem para a Budapeste na Hungria.
Amamos Budapeste! Saímos de lá com aquela sensação de que a
visita merecia mais tempo.
Ficamos hospedados no lado de Peste, bem perto do Danubio.
O bom de estar ali é que fizemos tudo a pé, sem depender de
carro para ir de um canto ao outro.
No primeiro dia fizemos um super tour pelos principais
monumentos da cidade, entre praças, igrejas e ate um parlamento parecido com
Westminister tivemos uma boa noção de como é a cidade e um pouco da sua
historia pré e pós guerra.
A Hungria foi ‘fundada’ por uma tribo de guerreiros que
vivam nos montes Urais da Rússia que deixaram a vida fria das montanhas russas para
se alojar nos arredores de Budapeste.
Durante muitos séculos teve seu próprio reino, e foi a
família de um dos guerreiros que ficou no poder por muitos e muitos anos: seu
nome era Estevão (bisneto de um dos guerreiros tribais), que depois acabou
virando São Estevão e foi quem fundou o Reino da Hungria, ao receber a coroa do
Papa da época para se converter ao cristianismo e abolir o a religião pagã do
território.
Muitas guerras e disputas aconteceram neste território, ate
os mongóis chegaram a invadir a Hungria.
Fez parte do império Austro-Hungaro em 1867, e depois de
muitos anos veio a primeira guerra mundial, que acabou por dissolver o império
Austro-Hungaro, e assim a Hungria teve sua independência - por pouco tempo, já
que após a segunda guerra mundial ela foi anexada ao território da URSS e assim
teve inicio o comunismo no país.
Muitos judeus moravam nessa região e quando a Alemanha começou
a avançar sua caçada contra os judeus durante a guerra, houve muitas e muitas
mortes: muitos deles foram jogados no Danubio para morrerem afogados...
É possível visitar ate hoje o bairro judeu (existem tours
para fazer que contam a historia e valem mto a pena) – inclusive vimos uma homenagem em forma de
protesto onde objetos e fotos de Judeus que foram mortos por lá em 1944 foram
deixados em uma praça. A Hungria acabou sendo aliada da Alemanha durante a
guerra, e muitos judeus morreram durante a
perseguição. Budapeste foi muito
bombardeada durante a guerra pelos Aliados, justamente por estarem abrigando
bases Alemãs, então muita coisa foi perdida, e algumas restauradas e
reconstruídas.
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| Protesto em homenagem aos Judeus mortos em 1944 |
A cidade é famosa também pelas Thermas que possui – piscinas
com aguas termais que prometem hidratar e tratar a pele e são muito legais!
Tem que ir pro lado de Buda também para conhecer o castelo de
Buda e a área da colina do Castelo – mais conhecida como Castle Hill que tem
vários museus, restaurantes e atrações para passar a tarde! Não pode deixar de
subir as escadas da muralha de Fisherman`s Bastion e apreciar a vista que é
incrível!
Ali perto de Fisherman Bastion tem a igreja de Matias que
alem de ter sido palco de varias coroações Húngaras, foi transformada em uma
mesquista durante a ocupação turca. A mistura entre as duas influencias (Crista
e Islã) na decoração é no mínimo interessante!
Da pra se perder tranquilo por Budapeste, é uma cidade
gostosa de conhecer andando pelas ruas, parques e praças.
O que também nos chamou muito a atenção é a quantidade de
jovens e adolescentes que tem na cidade (diferente de Zagreb por exemplo que não
vimos tantos).
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| Nesta praca na frente do nosso hotel alem da roda gigante vimos muitos e muitos adolescentes aproveitando a sexta feira a noite pelos gramados da praça! |
Recomendo muito uma passada pelo hotel que ficamos por lá, o
Kempiski hotel. Além do hotel ser incrível e muito bem localizado, os
restaurantes são ótimos. Tem um japa e um bistrô, ambos recomendo de olhos fechados.
Definitivamente vamos voltar para Budapeste, amamos a
cidade: grande e pequena ao mesmo tempo, muitos monumentos, muita historia,
muita coisa pra fazer durante o dia e altas baladas.
Hora de deixar Budapeste e seguir para Bratislava na
Slovakia.
Ficamos somente 1 dia e meio por lá e foi mais do que
suficiente. A primeira impressão quando deixamos as malas no hotel (Tulip
house, muito bom por sinal) e começamos a andar rumo a praça central. A
impressão era que a cidade estava abandonada, tipo uma cidade fantasma...rs
ruas vazias, meio sujas com lixos pela calcada, prédios antigos e sem
restauração... Até que vimos o bonde elétrico passando rumo a praça, com
algumas poucas pessoas dentro... ufa! Chegando na praça principal essa
impressão passou, tinha bastante turista pelas ruas e restaurantes (Até os
chineses vão a Bratislava) ao redor da praça.
No dia seguinte fizemos o tour pela cidade, e as duas coisas
que mais gostei de ter visto foram: O monumento Slavin – feito em homenagem aos
soldados soviéticos mortos na segunda guerra mundial e o castelo medieval Devín
– que fica a uns 10km do centro da cidade, mas vale muito a pena visitar!
O Monumento Slavin é também um cemitério a céu aberto, onde milhares
de soldados lutaram contra os nazistas. Tem varias lapides pequenas com os
nomes dos soldados soviéticos que morreram em 1945 e um grande obelisco com uma
estatua de um combatente segurando uma bandeira.
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| monumento Slavin |
Além de ter uma vista panorâmica da cidade, vc confere de
perto um bunker onde os Alemães nazistas se instalaram durante a guerra lutando
contra os soviéticos, bem ali naquele lugar. Pelo fato de ser um no alto de uma
colina tinha uma visão bem estratégica da cidade e do Danúbio.
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| bunker Alemão usado na 2 guerra mundial.. arrepios. |
Essa foi a parte da Bratisava que mais me tocou: sentir os
ventos da segunda guerra mundial bem na minha cara. Ter visitado esse lugar me
vez viver um pouco do que foi essa tragédia para a humanidade e aprender um
pouco mais sobre o assunto.
Interessante também ver a influencia do comunismo do pais. O
Danúbio é parte da fronteira que divide a Slovakia (comunista) e a Áustria (não
comunista). Durante muitos e muitos anos as pessoas tentavam fugir do pais por
causa do regime autoritário, e tentavam atravessar o Danúbio para o lado da
Áustria centenas de pessoas foram mortas dessa forma, tentando atravessar o
Danúbio. Inclusive o nosso guia nos contou que viveu um pouco deste medo na
pele... ele nadava perto de um rio que desemboca no Danubio, e nos contou que
qualquer pessoa que estivesse nadando neste rio e se aproximasse da fronteira,
poderia ser baleado... tenso.
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| Danubio e o rio lateral que desagua nele: muitos mortos tentando atravessar a fronteira |
Subindo pela área do Castelo de Devín vimos assentamentos
que remontam ao período dos Celtas (~3000 ac). Depois vieram os romanos que
começaram a construir um acampamento de legionários e com o tempo veio o
comercio e o local se tornou uma vila e consequentemente uma comunidade com
igreja, pastos, comercio, soldados e muros para proteger a população. O Castelo
esta meio em ruinas mas da pra ter uma boa noção de como as coisas funcionavam.
Alem da vista que é linda.
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| Castelo Devin |
Vimos lá dentro uma igreja crista do século IV ac – uma das
descobertas arqueológicas mais antigas em se tratando de igrejas.
Até arrisquei um arco e flecha para testar minhas
habilidades de caça...
É claro que a Bratislava tem outras coisas para visitar: o
castelo da Bratislava, igrejas, museu, etc, mas sinceramente vimos muito disso
por Zagreb e Budapeste, então abandonamos essa parte do tour por livre e
espontânea vontade ;)
Deixando a Bratislava seguimos para Viena na Áustria, a
cidade de Mozart!
Ficamos hospedados num hotel bem atrás da Ópera, o Sacher
hotel. Bem antigo por sinal, um dos mais antigos da cidade. Já recebeu a rainha
Elizabeth, atores hollywoodianos entre personalidades politicas antigas. A
localização é perfeita, super central na esquina da rua principal da cidade
onde estão os restaurantes, lojas, a catedral de São Estevão.
O hotel também tem uma doceria e faz um dos doces mais
famosos de Viena, uma torta de chocolate.
A torta é mais bonita do que gostosa (na minha opinião,
claro!)
No dia de andar pelos pontos turísticos começamos com o guia
pelo Palácio Schonbrunn – uma das atrações mais legais de Viena.
O palácio foi a residência de verão de Maria Teresa – a
mulher mais poderosa da Europa durante o século XVIII. Descendente direta dos
Habsburgos, a família com sangue romano! É considerada uma déspota esclarecida,
governou a Áustria por quase 40 anos e ainda teve 16 filhos dentre os famosos
estão Maria Antonieta (esposa do rei Luis XVI, da Franca) , Francisco José II
(que governou a Áustria por muito tempo apos a morte da mãe).Outra curiosidade:
Maria Leopoldina – a esposa de Dom Pedro, era sua sobrinha! Naquela época ter
filhos era sinônimo de buscar poder e territórios através de casamentos
arranjados e nisso Maria Teresa foi bem estrategista.
O palácio é enorme, e além de poder visitar a parte interna
com as dezenas de salas de reunião e de estar, reserve tempo para andar pelos
jardins e labirintos, são incríveis!
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| Palacio de verão de Maria Tereza |
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| Jardins ocultos |
(não tem foto de dentro do palácio pq não pode tirar, mas
garanto que vale muito a pena visitar por dentro)
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| caminho para um labirinto |
Passamos também pelo Palácio de inverno de Maria Tereza que
na verdade hoje é um complexo formado por igrejas, biblioteca, museus, prédio
do parlamento...
Foi ali, na varanda do que hoje é a biblioteca da cidade que Hitler anunciou triunfalmente a
anexação da Áustria ao território Alemão em 1938.... mal sabiam o que viria a seguir...arrepios
Passamos na frente da casa onde Mozart passou boa parte da
sua vida (ela é um museu aberto a visitação).
Visitamos uma rua com prédios residenciais bem coloridos –
obra do artista local chamado Friedensreich Hundertwasser. O Guia nos contou que ele decidiu
pintar os prédios e fazer obras com cores pq achava Viena muito cinza. O prédio
pintado e com forma diferente é um local turístico apesar de um pouco afastado
do centrinho. Em frente tem uma loja que vende souvenirs personalizados do
artista. O prédio só pode ser visitado por fora, mas vale a passada.
Em uma das nossas andanças pelo centro de Viena, fomos
surpreendidos por um som de opera que vinha da casa de Óperas. Fomos até lá
conferir e uau! Um aglomerado de pessoas em frente a um telão, assistindo a
ópera ao vivo de lá de dentro do Opera. Nos juntamos a eles, óbvio.
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| Ópera de graça ao ar livre: não é incrível? |
Um lugar que vale bastante a pena visitar é o mercado Naschmarkt.
É como um mercadão a céu aberto: barracas de temperos, verduras, peixaria,
docerias, roupas, souvenirs e restaurantes! Sempre gostamos de passar pelo
mercadão das cidades pq acho que vc consegue ter uma visão mais local’ do que
faz parte da culinária do pais, ver a rotina da cidade acontecendo sabe?
Encostamos num restaurante de frutos do mar e passamos a tarde jogando papo pro
ar.
Uma vez em Viena tem que provar um Strudel (torta de maça),
um Schnitzel (milanesa feito com carne de cordeiro ou porco)
Viena e Budapeste foram as nossas cidades preferidas e
ficamos com gostinho de quero mais...Daria para ter passado mais tempo em cada
uma delas (ficamos 4 dias em cada), sinto que mesmo tendo conhecido muitas
coisas em cada cidade só vimos um pouquinho do elas realmente são. Além da
parte cultural muito forte nas duas cidades, tivemos boas aulas de comunismo,
guerras, conquistas, artes, e o mais interessante é que conseguem ser modernas
e atuais ao mesmo tempo que oferecem historia. Não pararam no tempo, sabe?
Amamos.
Meu ponto de vista sobre Zagreb e Bratislava é que elas
ainda não chegaram neste ponto de evolução (equilíbrio entre historia e
atualidade) e nem sei se chegarão algum dia. São menores, com menos estrutura,
pouco modernas. Valeu a experiência, mas se refizesse esse roteiro com certeza trocaria
Zagreb por Split e Dubrovinik na Croácia e passaria reto pela Bratislava.
Nos despedimos dos nossos parceiros de viagem e seguimos
rumo a Amsterdam.
Ahn a nublada e fria Amsterdam! Mesmo estando no alto verão
europeu pegamos 10C durante a noite, chuvinha e tempo fechado. Nesse sentido
Amsterdam lembra bastante o clima Londrino.
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| Tentei tirar a foto clássica, mas com os chineses e os famosos pau de selfie ficou impossível. |
Mas isso não nos impediu de aproveitar a cidade. Foram 4
dias de andança pelos canais da cidade.
Escolhemos alugar um apartamento ao invés de hotel – depois
de passar tanto tempo viajando a rotina de hotel acaba enjoando um pouco, então
decidimos por alugar um apê e tentar criar uma rotina mais normal. Nossa
casinha fica no bairro de Jordaan que tem todas as vantagens: perto o
suficiente do centro para andar a pé e conhecer os principais pontos da cidade
e longe o suficiente para dormir com tranquilidade sem que o barulho dos
barzinhos e coffee shops atrapalhem o seu sono.
No primeiro dia fomos encontrar a Vanessa, uma amiga minha das antigas
que também estava de ferias por Amsterdam. Nós jogamos handebol juntas no
Mackenzie e depois de mtos anos sem se ver em SP, acabamos marcando de se ver
na Europa. Como é bom reencontrar pessoas queridas.
| Hand Mack ;-) |
Amsterdam é tudo isso o que dizem e muito mais: Coffee
shops, casas ‘vermelhas’, sex shops, baladas e um clima bem jovem, tem também
muita historia e cultura. Foi aqui que Anne Frank se escondeu durante dois anos
no porão de um edifício comercial para fugir da perseguição dos nazistas e
escreveu seu famoso diário. Infelizmente ela foi pega em 1944 e levada aos
campos de concentração. O local onde ela e a família se escondeu virou um museu
e pode ser visitado (nós tentamos ir sem comprar o ingresso antecipado e não
conseguimos entrar pq a fila estava dando a volta na praça... pior que fila de
montanha russa na Universal em pleno verão.. Insano! Se vc for e não quiser
perder a visita, sugiro comprar antecipado).
Tem também o museu da Heineken que mostra a origem da
empresa e como a cerveja é feita – além de no final vc degustar uma Heineken
bemmm gelada. Esse não perdemos..rs Agora como publicitaria digo que acho muito
legal a iniciativa das marcas que proporcionam esse tipo de experiência de
marca para as pessoas! Com certeza a Heineken gasta $$ para manter o museu
funcionando mas com certeza ganha algo em troca muito valioso que são consumidores
apaixonados não só pelo produto em si mas também pela historia da marca e seus
valores e esse vinculo é muito valioso e duradouro. ;)
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| Cerveja personalizada: Carol viaja o mundo |
O Rijksmuseum é imperdível. É como o Louvre só que da
Holanda, tem diversas alas e muita historia! Gastamos algumas horas perdidos
pelos andares de Waterloo, idade média e a ala de Van Gogh. Alias pra quem quer
ver Van Gogh com mais detalhe não pode deixar de ir no museu dele. No Rijks tem
pouquíssimas obras dele.
Tem também o famoso passeio pelo Red Light – bairro onde
prostitutas exercem a profissão, mas diferente do que conhecemos pq elas não
ficam nas ruas, mas sim nas casas, e cada moça fica de bikini atrás de um
vidro, como se ela estivesse em exposição. Quem estiver afim, escolhe a melhor
‘janela’, paga o preço, entra na cabine e tem o que quer.
Mas o Red Light não tem só isso, muitos barzinhos e
restaurantes ao redor dessas casas tornam o clima normal, como qualquer outro
lugar da cidade. Virou atração turística e tem que conhecer! É curioso!
Não arriscamos andar de bike – apesar de ser a cidade da
bicicleta e de ser fácil alugar uma. Lá os ciclistas são meio agressivos no
transito, não dão preferencia para o pedestre
e ainda se irritam com os que ficam no caminho.
Tem ainda varias outras coisas para se fazer em Amsterdam,
além dos barzinhos e coffee shops disputados com vista para os canais, a cidade
é cheia de museus para todos os gostos: museu do barco, museu das tulipas,
museu de cera (Madame Tussauds), entre outros vários.
É uma das cidades únicas no mundo, porque combina toda a sua
beleza dos canais e pontes, dos predinhos baixos e grudadinhos uns nos outros,
das tulipas espalhadas pela cidade e toda a atmosfera jovem liberal em um só
lugar. Vale a pena conhecer!
Nossa próxima parada: Turquia









































