segunda-feira, 29 de junho de 2015

Leste Europeu: Zagreb, Budapeste, Bratislava, Viena e... Amsterdam

Nosso primeiro destino no leste Europeu foi Zagreb, a capital da Croácia.
A primeira sensação que tivemos foi que havia muito espaço para poucas pessoas! Tudo muito espaçoso, ruas largas, bondes elétricos modernos e vazios! Pouca gente nas ruas, nada de multidão e um centrinho bem bonito.

 A parte histórica da cidade com a cidade alta e Kaptol formam a principal atração da cidade, com edifícios históricos, igrejas, instituições, restaurantes, lojas e cafés.
As ruas e pracas da cidade alta podem ser alcançadas a pé a partir da praça Ban Josip ou por meio do funicular da rua Tomíceva.
Praça Ban Josip
Antigamente a cidade era dividida entre 2 cidades muradas: Gradec (cidade alta) e Kaptol 2 separadas pelo rio Sava.
A cidade ficou sob domínio de vários povos estrangeiros: húngaros, austríacos, alemães e ate os sérvios. As duas cidades só se juntaram mesmo oficialmente em 1850.
Hoje em dia o rio Sava é subterrâneo, e a deu lugar a uma rua fofa, cheia de barzinhos e restaurantes
Antigamente essa rua era o rio que dividia a cidade
Tem um mercado de rua bem característico com flores, alimentos e muitos brinquedos educativos para vender!
Visitamos a catedral de Zagreb que sofreu muito aos longos dos anos com terremotos. Dentro dela tem a tumba de um sacerdote que foi bem importante para a construção da cidade.
catedral de Zagreb
Partindo pro outro lado da cidade subindo uma boa ladeira para chegar ate la, fomos surpreendidos pela famosa Igreja de Säo Marcos, toda decorada com pastilhas no teto! Cada pracinha tem um banquinho aconchegante para descansar.
Igreja de São Marcos
Ali perto da Igreja passamos pelo Broken Relashionship museum – uma das atrações da cidade.
Depois descobrimos que tem um funicular da praça principal que sobe ate o miolo da cidade... bem pratico! Rs
Vista panoramica da cidade alta

A cerca de 80km de Zagreb fomos visitar um dos Castelos mais famosos da região, o Trakoscan com uma vista incrível! Pegamos um verão de 30C, mas no inverno chega a fazer-20C - Me perdoem, mas esqueci de tirar foto do castelo ;-( Ja deu pra perceber que não foi o que mais gostei ne? rs

Como estávamos de carro fomos passar o dia na praia mais perto, a Opatija.
Um conceito diferente de praia, sem areia, e muitos bares com estrutura a beira mar que montam uma espécie de ‘piscina’ com a agua do mar.


A costa me lembrou um pouco a costa amalfitana na Italia, onde a cidade fica inteirinha na encosta da montanha, e vc só consegue chegar na avenida a beira mar se descer em cada pequena rua rumo ao Adriático.

O melhor da Croácia mesmo é conhecer a costa que vai desde Split até Dubrovnik, isso sim é imperdível. Infelizmente não tivemos tempo de descer até essa parte, tínhamos que seguir viagem para a Budapeste na Hungria.
Parlamento 
Amamos Budapeste! Saímos de lá com aquela sensação de que a visita merecia mais tempo.
Ficamos hospedados no lado de Peste, bem perto do Danubio.
O bom de estar ali é que fizemos tudo a pé, sem depender de carro para ir de um canto ao outro.
No primeiro dia fizemos um super tour pelos principais monumentos da cidade, entre praças, igrejas e ate um parlamento parecido com Westminister tivemos uma boa noção de como é a cidade e um pouco da sua historia pré e pós guerra.
Igreja de Sao Matias
A Hungria foi ‘fundada’ por uma tribo de guerreiros que vivam nos montes Urais da Rússia que deixaram a vida fria das montanhas russas para se alojar nos arredores de Budapeste.
Durante muitos séculos teve seu próprio reino, e foi a família de um dos guerreiros que ficou no poder por muitos e muitos anos: seu nome era Estevão (bisneto de um dos guerreiros tribais), que depois acabou virando São Estevão e foi quem fundou o Reino da Hungria, ao receber a coroa do Papa da época para se converter ao cristianismo e abolir o a religião pagã do território.
Muitas guerras e disputas aconteceram neste território, ate os mongóis chegaram a invadir a Hungria.

Obelisco e os monumentos dos guerreiros e dos primeiros reis da Hungria



Fez parte do império Austro-Hungaro em 1867, e depois de muitos anos veio a primeira guerra mundial, que acabou por dissolver o império Austro-Hungaro, e assim a Hungria teve sua independência - por pouco tempo, já que após a segunda guerra mundial ela foi anexada ao território da URSS e assim teve inicio o comunismo no país.

Muitos judeus moravam nessa região e quando a Alemanha começou a avançar sua caçada contra os judeus durante a guerra, houve muitas e muitas mortes: muitos deles foram jogados no Danubio para morrerem afogados...

É possível visitar ate hoje o bairro judeu (existem tours para fazer que contam a historia e valem mto a pena)  – inclusive vimos uma homenagem em forma de protesto onde objetos e fotos de Judeus que foram mortos por lá em 1944 foram deixados em uma praça. A Hungria acabou sendo aliada da Alemanha durante a guerra, e muitos judeus morreram durante a perseguição.  Budapeste foi muito bombardeada durante a guerra pelos Aliados, justamente por estarem abrigando bases Alemãs, então muita coisa foi perdida, e algumas restauradas e reconstruídas.
Protesto em homenagem aos Judeus mortos em 1944
A cidade é famosa também pelas Thermas que possui – piscinas com aguas termais que prometem hidratar e tratar a pele e são muito legais!

Tem que ir pro lado de Buda também para conhecer o castelo de Buda e a área da colina do Castelo – mais conhecida como Castle Hill que tem vários museus, restaurantes e atrações para passar a tarde! Não pode deixar de subir as escadas da muralha de Fisherman`s Bastion e apreciar a vista que é incrível!
Do lado de Buda: vista para o Parlamento que fica em Peste

Fischerman bastion
Ali perto de Fisherman Bastion tem a igreja de Matias que alem de ter sido palco de varias coroações Húngaras, foi transformada em uma mesquista durante a ocupação turca. A mistura entre as duas influencias (Crista e Islã) na decoração é no mínimo interessante! 
Igreja de Matias
Da pra se perder tranquilo por Budapeste, é uma cidade gostosa de conhecer andando pelas ruas, parques e praças.
Na ponte que liga Buda a Peste e vice e versa ;-)
O que também nos chamou muito a atenção é a quantidade de jovens e adolescentes que tem na cidade (diferente de Zagreb por exemplo que não vimos tantos).
Nesta praca na frente do nosso hotel alem da roda gigante vimos muitos e muitos adolescentes aproveitando a sexta feira a noite pelos gramados da praça!
Recomendo muito uma passada pelo hotel que ficamos por lá, o Kempiski hotel. Além do hotel ser incrível e muito bem localizado, os restaurantes são ótimos. Tem um japa e um bistrô, ambos recomendo de olhos fechados.

Definitivamente vamos voltar para Budapeste, amamos a cidade: grande e pequena ao mesmo tempo, muitos monumentos, muita historia, muita coisa pra fazer durante o dia e altas baladas.

Hora de deixar Budapeste e seguir para Bratislava na Slovakia.
Ficamos somente 1 dia e meio por lá e foi mais do que suficiente. A primeira impressão quando deixamos as malas no hotel (Tulip house, muito bom por sinal) e começamos a andar rumo a praça central. A impressão era que a cidade estava abandonada, tipo uma cidade fantasma...rs ruas vazias, meio sujas com lixos pela calcada, prédios antigos e sem restauração... Até que vimos o bonde elétrico passando rumo a praça, com algumas poucas pessoas dentro... ufa! Chegando na praça principal essa impressão passou, tinha bastante turista pelas ruas e restaurantes (Até os chineses vão a Bratislava) ao redor da praça.
No dia seguinte fizemos o tour pela cidade, e as duas coisas que mais gostei de ter visto foram: O monumento Slavin – feito em homenagem aos soldados soviéticos mortos na segunda guerra mundial e o castelo medieval Devín – que fica a uns 10km do centro da cidade, mas vale muito a pena visitar!

O Monumento Slavin é também um cemitério a céu aberto, onde milhares de soldados lutaram contra os nazistas. Tem varias lapides pequenas com os nomes dos soldados soviéticos que morreram em 1945 e um grande obelisco com uma estatua de um combatente segurando uma bandeira. 
monumento Slavin



Além de ter uma vista panorâmica da cidade, vc confere de perto um bunker onde os Alemães nazistas se instalaram durante a guerra lutando contra os soviéticos, bem ali naquele lugar. Pelo fato de ser um no alto de uma colina tinha uma visão bem estratégica da cidade e do Danúbio.

bunker Alemão usado na 2 guerra mundial.. arrepios.
Essa foi a parte da Bratisava que mais me tocou: sentir os ventos da segunda guerra mundial bem na minha cara. Ter visitado esse lugar me vez viver um pouco do que foi essa tragédia para a humanidade e aprender um pouco mais sobre o assunto.

Interessante também ver a influencia do comunismo do pais. O Danúbio é parte da fronteira que divide a Slovakia (comunista) e a Áustria (não comunista). Durante muitos e muitos anos as pessoas tentavam fugir do pais por causa do regime autoritário, e tentavam atravessar o Danúbio para o lado da Áustria centenas de pessoas foram mortas dessa forma, tentando atravessar o Danúbio. Inclusive o nosso guia nos contou que viveu um pouco deste medo na pele... ele nadava perto de um rio que desemboca no Danubio, e nos contou que qualquer pessoa que estivesse nadando neste rio e se aproximasse da fronteira, poderia ser baleado... tenso.
Danubio e o rio lateral que desagua nele: muitos mortos tentando atravessar a fronteira
Subindo pela área do Castelo de Devín vimos assentamentos que remontam ao período dos Celtas (~3000 ac). Depois vieram os romanos que começaram a construir um acampamento de legionários e com o tempo veio o comercio e o local se tornou uma vila e consequentemente uma comunidade com igreja, pastos, comercio, soldados e muros para proteger a população. O Castelo esta meio em ruinas mas da pra ter uma boa noção de como as coisas funcionavam. Alem da vista que é linda.
Castelo Devin


vista do Castelo para o Danubio
Vimos lá dentro uma igreja crista do século IV ac – uma das descobertas arqueológicas mais antigas em se tratando de igrejas.

Até arrisquei um arco e flecha para testar minhas habilidades de caça...
E não é que acertei a flecha bem no alvo?! inacreditável! Sangue romano talvez? ;-)
   
É claro que a Bratislava tem outras coisas para visitar: o castelo da Bratislava, igrejas, museu, etc, mas sinceramente vimos muito disso por Zagreb e Budapeste, então abandonamos essa parte do tour por livre e espontânea vontade ;)
Castelo da Bratislava
Deixando a Bratislava seguimos para Viena na Áustria, a cidade de Mozart!
Ficamos hospedados num hotel bem atrás da Ópera, o Sacher hotel. Bem antigo por sinal, um dos mais antigos da cidade. Já recebeu a rainha Elizabeth, atores hollywoodianos entre personalidades politicas antigas. A localização é perfeita, super central na esquina da rua principal da cidade onde estão os restaurantes, lojas, a catedral de São Estevão.

O hotel também tem uma doceria e faz um dos doces mais famosos de Viena, uma torta de chocolate.


A torta é mais bonita do que gostosa (na minha opinião, claro!)
No dia de andar pelos pontos turísticos começamos com o guia pelo Palácio Schonbrunn – uma das atrações mais legais de Viena.
O palácio foi a residência de verão de Maria Teresa – a mulher mais poderosa da Europa durante o século XVIII. Descendente direta dos Habsburgos, a família com sangue romano! É considerada uma déspota esclarecida, governou a Áustria por quase 40 anos e ainda teve 16 filhos dentre os famosos estão Maria Antonieta (esposa do rei Luis XVI, da Franca) , Francisco José II (que governou a Áustria por muito tempo apos a morte da mãe).Outra curiosidade: Maria Leopoldina – a esposa de Dom Pedro, era sua sobrinha! Naquela época ter filhos era sinônimo de buscar poder e territórios através de casamentos arranjados e nisso Maria Teresa foi bem estrategista.
O palácio é enorme, e além de poder visitar a parte interna com as dezenas de salas de reunião e de estar, reserve tempo para andar pelos jardins e labirintos, são incríveis!

Palacio de verão de Maria Tereza 

Jardins ocultos
(não tem foto de dentro do palácio pq não pode tirar, mas garanto que vale muito a pena visitar por dentro)



caminho para um labirinto
Passamos também pelo Palácio de inverno de Maria Tereza que na verdade hoje é um complexo formado por igrejas, biblioteca, museus, prédio do parlamento...

Foi ali, na varanda do que hoje é a biblioteca da cidade que Hitler anunciou triunfalmente a anexação da Áustria ao território Alemão em 1938.... mal sabiam o que viria a seguir...arrepios

Passamos na frente da casa onde Mozart passou boa parte da sua vida (ela é um museu aberto a visitação).
Visitamos uma rua com prédios residenciais bem coloridos – obra do artista local chamado Friedensreich Hundertwasser. O Guia nos contou que ele decidiu pintar os prédios e fazer obras com cores pq achava Viena muito cinza. O prédio pintado e com forma diferente é um local turístico apesar de um pouco afastado do centrinho. Em frente tem uma loja que vende souvenirs personalizados do artista. O prédio só pode ser visitado por fora, mas vale a passada.

Em uma das nossas andanças pelo centro de Viena, fomos surpreendidos por um som de opera que vinha da casa de Óperas. Fomos até lá conferir e uau! Um aglomerado de pessoas em frente a um telão, assistindo a ópera ao vivo de lá de dentro do Opera. Nos juntamos a eles, óbvio.

Ópera de graça ao ar livre: não é incrível?
Um lugar que vale bastante a pena visitar é o mercado Naschmarkt. É como um mercadão a céu aberto: barracas de temperos, verduras, peixaria, docerias, roupas, souvenirs e restaurantes! Sempre gostamos de passar pelo mercadão das cidades pq acho que vc consegue ter uma visão mais local’ do que faz parte da culinária do pais, ver a rotina da cidade acontecendo sabe? Encostamos num restaurante de frutos do mar e passamos a tarde jogando papo pro ar.


Uma vez em Viena tem que provar um Strudel (torta de maça), um Schnitzel (milanesa feito com carne de cordeiro ou porco)





Viena e Budapeste foram as nossas cidades preferidas e ficamos com gostinho de quero mais...Daria para ter passado mais tempo em cada uma delas (ficamos 4 dias em cada), sinto que mesmo tendo conhecido muitas coisas em cada cidade só vimos um pouquinho do elas realmente são. Além da parte cultural muito forte nas duas cidades, tivemos boas aulas de comunismo, guerras, conquistas, artes, e o mais interessante é que conseguem ser modernas e atuais ao mesmo tempo que oferecem historia. Não pararam no tempo, sabe? Amamos.

Meu ponto de vista sobre Zagreb e Bratislava é que elas ainda não chegaram neste ponto de evolução (equilíbrio entre historia e atualidade) e nem sei se chegarão algum dia. São menores, com menos estrutura, pouco modernas. Valeu a experiência, mas se refizesse esse roteiro com certeza trocaria Zagreb por Split e Dubrovinik na Croácia e passaria reto pela Bratislava.

Nos despedimos dos nossos parceiros de viagem e seguimos rumo a Amsterdam.

Nossos parceiros de viagem desde a Itália: vamos sentir saudades!
Ahn a nublada e fria Amsterdam! Mesmo estando no alto verão europeu pegamos 10C durante a noite, chuvinha e tempo fechado. Nesse sentido Amsterdam lembra bastante o clima Londrino.

Tentei tirar a foto clássica, mas com os chineses e os famosos pau de selfie ficou impossível.

Mas isso não nos impediu de aproveitar a cidade. Foram 4 dias de andança pelos canais da cidade.
Escolhemos alugar um apartamento ao invés de hotel – depois de passar tanto tempo viajando a rotina de hotel acaba enjoando um pouco, então decidimos por alugar um apê e tentar criar uma rotina mais normal. Nossa casinha fica no bairro de Jordaan que tem todas as vantagens: perto o suficiente do centro para andar a pé e conhecer os principais pontos da cidade e longe o suficiente para dormir com tranquilidade sem que o barulho dos barzinhos e coffee shops atrapalhem o seu sono.
No primeiro dia fomos encontrar a Vanessa, uma amiga minha das antigas que também estava de ferias por Amsterdam. Nós jogamos handebol juntas no Mackenzie e depois de mtos anos sem se ver em SP, acabamos marcando de se ver na Europa. Como é bom reencontrar pessoas queridas.

Hand Mack ;-)
Amsterdam é tudo isso o que dizem e muito mais: Coffee shops, casas ‘vermelhas’, sex shops, baladas e um clima bem jovem, tem também muita historia e cultura. Foi aqui que Anne Frank se escondeu durante dois anos no porão de um edifício comercial para fugir da perseguição dos nazistas e escreveu seu famoso diário. Infelizmente ela foi pega em 1944 e levada aos campos de concentração. O local onde ela e a família se escondeu virou um museu e pode ser visitado (nós tentamos ir sem comprar o ingresso antecipado e não conseguimos entrar pq a fila estava dando a volta na praça... pior que fila de montanha russa na Universal em pleno verão.. Insano! Se vc for e não quiser perder a visita, sugiro comprar antecipado).

Tem também o museu da Heineken que mostra a origem da empresa e como a cerveja é feita – além de no final vc degustar uma Heineken bemmm gelada. Esse não perdemos..rs Agora como publicitaria digo que acho muito legal a iniciativa das marcas que proporcionam esse tipo de experiência de marca para as pessoas! Com certeza a Heineken gasta $$ para manter o museu funcionando mas com certeza ganha algo em troca muito valioso que são consumidores apaixonados não só pelo produto em si mas também pela historia da marca e seus valores e esse vinculo é muito valioso e duradouro. ;)


Cerveja personalizada: Carol viaja o mundo
O Rijksmuseum é imperdível. É como o Louvre só que da Holanda, tem diversas alas e muita historia! Gastamos algumas horas perdidos pelos andares de Waterloo, idade média e a ala de Van Gogh. Alias pra quem quer ver Van Gogh com mais detalhe não pode deixar de ir no museu dele. No Rijks tem pouquíssimas obras dele.

Tem também o famoso passeio pelo Red Light – bairro onde prostitutas exercem a profissão, mas diferente do que conhecemos pq elas não ficam nas ruas, mas sim nas casas, e cada moça fica de bikini atrás de um vidro, como se ela estivesse em exposição. Quem estiver afim, escolhe a melhor ‘janela’, paga o preço, entra na cabine e tem o que quer.
Mas o Red Light não tem só isso, muitos barzinhos e restaurantes ao redor dessas casas tornam o clima normal, como qualquer outro lugar da cidade. Virou atração turística e tem que conhecer! É curioso!



Não arriscamos andar de bike – apesar de ser a cidade da bicicleta e de ser fácil alugar uma. Lá os ciclistas são meio agressivos no transito, não dão preferencia para o pedestre  e ainda se irritam com os que ficam no caminho.

Tem ainda varias outras coisas para se fazer em Amsterdam, além dos barzinhos e coffee shops disputados com vista para os canais, a cidade é cheia de museus para todos os gostos: museu do barco, museu das tulipas, museu de cera (Madame Tussauds), entre outros vários.
É uma das cidades únicas no mundo, porque combina toda a sua beleza dos canais e pontes, dos predinhos baixos e grudadinhos uns nos outros, das tulipas espalhadas pela cidade e toda a atmosfera jovem liberal em um só lugar. Vale a pena conhecer!



Nossa próxima parada: Turquia